Viagem dos sonhos: Visite o mundo mágico de Harry Potter em Orlando

Não, não da pra chegarmos na plataforma 9 3/4 e pegarmos o trem para Hogwarts, mas nos parques da Universal, em Orlando, rola viver uma experiência semelhante. Sim, a cidade na Flórida, Estados Unidos, construiu um pedacinho do mundo mágico de Harry Potter para a grande felicidade dos fãs.

Tanto o Universal quanto o Islands of Adventures têm um cantinho dedicado ao mundo bruxo. Um deles abriga Hogsmeade e o castelo de Hogwarts e o outro o Beco Diagonal. Ambos são interligados pelo caminho trem feito pelos alunos da escola de magia e bruxaria.

Se você é fã da saga, passar por lá é mágico e uma experiência inexplicável. Recomendo começar o passeio pelo simulador do castelo ou pelo Banco de Gringotes. Às vezes em que fui, elas eram as atrações mais disputadas. Chegue cedo no parque só para viver essa experiencia com menos filas.

Se você é mais radical, há uma montanha russa dos dragões. Se não é, a experiência de encontrar a sua varinha e muitas lojas com produtos que ouvimos falar em todos os livros da saga — inclusive a loja de doce dos irmãos Wesley.

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Experimente cerveja amanteigada, suco de abóbora e feijãozinho de todos os sabores. Não vale sair do parque sem provar as iguarias mágicas. E, claro, tire muitas fotos!

 

Rede wi-fi de metrô de Nova York faz parceria para que usuários leiam de graça

Não é incomum encontrarmos uma pessoa com um livro ou um e-reader na mão no transporte público. Ler, pelo menos para mim, é a melhor maneira de fazer o tempo passar mais rápido e não sentir o caminho. E pelo jeito, para quem comanda o metrô de Nova York também.

A rede wi-fi de transporte público da Big Apple, a Transit Wireless, fez uma parceria com a Literacy Partners, uma ONG que já ajudou mais de 25 mil adultos a terem uma vida melhor com a ajuda da educação, para que seus usuários pudessem ler gratuitamente poemas, trabalhos acadêmicos e pequenas histórias —  e ainda ofereceram trechos de mais de 200 livros.

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O metrô ficou lotado de placas incentivando as pessoas a se conectarem e curtir a leitura no projeto que durou 6 semanas. Para quem não sabe, a internet grátis em Nova York (inclusive a de dentro dos trens) funciona muito bem, então valeria a pena investir esse pouquinho de bateria para terminar uma viagem com mais cultura.

Que legal seria se essa moda pegasse no Brasil…

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Visite William Shakespeare no Rosedal de Buenos Aires

Todos sabemos que William Shakespeare é um dos escritores mais famosos do mundo. Com obras como Romeu e Julieta, Otelo, Sonho de Uma Noite de Verão e A Tempestade, todas escritas em 1600, ele tem uma grande importância na literatura até hoje, mesmo passados mais de 400 anos. E por que eu disse tudo isso? Porque você não precisa ir até a Inglaterra para encontrá-lo — ou pelo menos, trombar com referências sobre ele.

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No El Rosedal, um imenso jardim de rosas que fica no Parque Três de Fevereiro, em Buenos Aires, na Argentina, existe um busto em homenagem ao autor. Ele foi feito para lembrar os 400 anos de nascimento de Shakespeare em uma parceria entre a comunidade britânica com a República Argentina.

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Em minha passagem por lá, parei para tirar uma foto. Sou maior fã de Shakespeare? Não. Gosto de Romeu e Julieta? Não também, prefiro A Tempestade. Mas quando a gente cruza com algo sobre nomes importantes como esse, temos que respeitar.

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A Biblioteca Pública de Nova York é um ótimo passeio para dias chuvosos

A gente sempre quer viver dias ensolarados nas nossas viagens, mas às vezes o tempo fecha e fica aquela dúvida: e agora, faço o quê? Se você estiver em Nova York e ama ler tenho uma dica ótima: visitar a biblioteca pública da cidade.

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Em um dia chuvoso na minha passagem por lá, fui me abrigar nesse prédio lindo, mágico e  que além de vários livros, também pode contar com exposições no corredor. Dá para entrar nas salas de estudo, passar perto das prateleiras e sentar nas mesas para ler (claro!). O ambiente é pensado para ter pessoas circulando pelos corredores.

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Prepare-se para ficar beeem impactada: a biblioteca tem em seu acervo cerca de 53 milhões de livros. O prédio, que faz com que a gente se transporte para um filme antigo quando passamos por seus corredores, foi inaugurado em 1911 e demorou onze anos para ser construído. Lá dentro, você poderá tirar muitas fotos, mas sem flash.

Se gosta de compras, tem outro cantinho legal: a lojinha. O local tem livros (claro!), marca páginas, canetas, lápis, ecobags e vários outros itens que você pode levar e guardar de recordação de sua visita.

E, antes que eu me esqueça, a biblioteca fica coladinha no Bryant Park, em Manhattan. Outro cantinho que vale a pena conhecer.

Destino de viagem dos sonhos: o Museu da Jane Austen

Quem acompanha minha lista de leitura sabe que sou muito fã de Jane Austen. A autora inglesa que morreu em 1817 escreveu vários romances com protagonistas que eu considero mulheres à frente de seu tempo, principalmente se falarmos de Elizabeth Bennet. Então imagine minha surpresa ao descobrir que autora tem um museu dedicado a ela.

Localizado em Hampshire, na Inglaterra, o Museu da Jane Austen fica na casa onde Jane viveu seus últimos oito anos de sua vida com a mãe e as irmãs. Inclusive, segura essa: foi lá que ela escreveu e publicou grande parte de seus sucessos como: Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade, Emma e Persuasão. Imagina que sonho passear por um lugar desse?

 

O museu foi inaugurado em 1947 e recebe milhares de turistas todos os anos. Além de conhecer a casa onde Jane morou, os visitantes também verão as primeiras edições de seus livros, algumas de suas joias, móveis, pertences de sua família e a mesa onde ela escreveu a maioria as famosas obras. E, ah, também tem uma lojinha para você levar para casa lembranças do local. O ingresso por pessoa sai por 7,50 libras.

 

Eu nunca fui para a Inglaterra e nem conheço esse museu, mas sem dúvida ele está na lista dos destinos que ainda quero ter a chance de visitar. Alguém me leva?

Você iria em um encontro às cegas com um… livro?

Sempre que viajo tento visitar livrarias. Tanto porque amo livros quanto porque gosto de saber o que está bombando em outros países e culturas. Mas em uma viagem para Nova York fui surpreendida por um novo conceito: encontro às cegas com livros.

Na livraria Barnes & Noble (existem várias espalhadas pela cidade), encontrei uma cesta com várias obras encapadas e um papel pardo. Não entendi muito bem e fui olhar de perto. Junto com as obras, tinha uma placa: “Blind date with a Book”, em português, encontro às cegas com um livro. E foi só aí que entendi o que estava acontecendo.

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Nesse formato de compra, você não sabe o que vai levar para casa. Isso mesmo! Dá apenas para escolher o gênero e, ver pela descrição do papel, um pouquinho do que você encontrará na história. Por falha minha, não anotei o preço, mas se não estou enganada, girava em torno de 10 dólares.

Ano passado, a Saraiva fez uma ação bem parecida aqui no Brasil. Algumas lojas selecionadas tinham os livros embrulhados em papel pardo e você os comprava sem saber exatamente o que levaria para casa.

Acho uma proposta superinteressante e desafiadora, que faz com que você consiga ler um gênero que curte, mas um tanto fora da zona de conforto, já que as chances de comprar um autor que nem conhece é grande. E aí, teria coragem?

Buenos Aires tem uma livraria digna de um conto de fadas

Gosto de qualquer livraria. Tenha ela uma portinha ou seja impactante como é o caso da El Ateneo, localizada em Buenos Aires. A beleza do lugar é tanta que o jornal inglês The Guardian a classificou como a segunda livraria mais linda do mundo. Fui lá conferir de pertinho do que se tratava.

Grande parte da beleza do lugar vem de sua arquitetura. Onde hoje funciona a loja de livro, antes era um teatro. Logo, além de livro, o local conta com um palco, cortinas vermelhas e uma disposição de andares para quem quer ser parte da platéia da literatura.

Ela fica localizada em uma avenida muito movimentada da cidade argentina e é bem fácil chegar por lá. Eu não comprei nada porque achei os livros muito caros, mas só de passar uns minutos por lá e curtir o ambiente já vale a pena.

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O ideal para conseguir a foto perfeita é subir no ponto mais alto do balcão. Vale a pose e a recordação de um lugar como esse.

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