“Mulheres na Luta” volta 150 anos na história da nossa busca por liberdade e direitos iguais

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Quando você diz: “Não sou feminista e nem preciso do feminismo”, mas vota, sai para trabalhar, tem direitos trabalhistas, estuda e usa as roupas que quer está cometendo um grande erro. Não é segredo para ninguém que as mulheres são marginalizadas desde sempre. E foi porque algumas delas se rebelaram contra os padrões definidos pela sociedade que estamos onde estamos hoje.
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Por isso é importante a chegada de mais um livro sobre nomes marcantes do feminismo nas livrarias. Esse é o caso de “Mulheres na Luta – 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade”, de Marta Breen e Jenny Jordahl. Nesse graphic novel, elas relembram nomes e acontecimentos importantes na luta das mulheres no último século.

Começam falando sobre o direito de participar da política, de votar, de ser chefe de estado e passam por outras várias situações importantes, como o direito de estudar, trabalhar, ter licença maternidade, de tomar as decisões a respeito do próprio corpo…

Sim, eu sei que têm muitas coisas para mudar ainda. A lista é bem longa. Mas também tenho consciência que vivemos tempos muito melhores para ser mulher no mundo. .

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