Todas as Coisas Belas fala sobre descobertas e rupturas

Não sei se é porque sei que Todas As Coisas Belas foi escrito por Matthew Quick, nome responsável pelo filme O Lado Bom da Vida — que rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Jennifer Lawrence — que vejo semelhanças entre as histórias. Mas pra mim, ambas as trama são sobre se encontrar.

Nanatte não é a garota mais popular da escola. Pelo contrário. Almoça com um professor em sua sala para não ter que enfrentar o refeitório e nem tem amigos de verdade. Até o esporte que pratica, futebol (o nosso mesmo!), é uma paixão do pai, não sua.

Quando seu professor dá a ela seu livro preferido, O Reifador de Chicletes, ela descobre um novo mundo. Um onde ela se identifica com o protagonista. Mas, o final a deixa sedenta por respostas. É assim que começa uma amizade com o senhor que escreveu essa história, o que a leva a fazer mais um amigo. Esse novo universo de descobertas, é também, é um momento de rupturas difíceis

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A adolescência é um momento de sentimentos intensos, de dúvidas, questionamentos… e Nanette, aos 18 anos, tinha tudo isso reprimido. Ela só seguia o fluxo. Até que conseguiu fazer essa quebra.

Acho que isso é meio o que fazemos todas as vezes que saímos da nossa zona de conforto. Passamos por uma ruptura que, às vezes, é incrível, e outras, dolorosas.

Mas é da vida. E segue o baile.

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