Animais Fantásticos: Os crimes de Grindelwald ganhará versão em livro

Apesar de J. K. Rowling, autora da famosa série Harry Potter, ter escrito Animais Fantásticos e Onde Habitam lá em 2001, a obra era apenas uma enciclopédia de animais do mundo mágico. Perto da edição para o cinema estrear, o livro ganhou a forma de roteiro e apareceu nas livrarias.

O mesmo acontecerá com Animais Fantásticos: Os crimes de Grindelwald. O segundo filme da saga paralela a vida de Harry Potter — a autora prometeu que serão mais cinco filmes sobre o mundo mágico — também terá uma versão para guardarmos nas prateleiras. A obra será lançada dia 1 de dezembro, 15 dias após o filme chegar às telonas do cinema, pela Rocco. Em seu Instagram a editora já revelou a capa (que será dura) e que o livro também irá ganhar versão para e-book.

A história segue a sequência daquilo que vimos em Animais Fantásticos e Onde Habitam. Após ser capturado com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne), Grindelwald (Johnny Depp) foge da prisão e começa a criar um exercito de bruxos puro sangue para governar o mundo mágico — quase um Valdemort, não?

Ansiosa para adicionar esse livro a minha coleção.

Conheça “A Fogueira”, o primeiro livro da atriz e protagonista da série Jessica Jones, Krysten Ritter

Você pode até já ter cruzado com o livro A Fogueira nas livrarias e achado o nome da autora familiar. Não é para menos. Estreante no mundo literário, Krysten Ritter é atriz e faz parte do time de Defensores da Marvel, no papel de Jessica Jones (série original na Netflix).

Em seu primeiro livro, ela nos leva à pequena cidade de Barrens, em Indiana (EUA). A advogada Abby volta ao local após dez anos com um objetivo: provar que a empresa Optmal Plastics está poluindo a água. Ela relaciona a presença desses supostos poluentes a uma doença que sua melhor amiga de infância teve ainda no colégio.

Na época, pensou-se que tudo era um jeito de Kaycee e outras meninas populares chamarem a atenção. Mas a advogada não acredita e acha que o desaparecimento da ex-BFF seja a chave para provar que a contaminação na água teve consequências graves. Mas como levantar provas se ela não sabe onde Kaycee foi parar? A história é envolvente a personagem principal se sente tão apreensiva que não tem como não se angustiar junto.

Não é um livro para correr para a página final, já que ele, às vezes, pede que a gente pense um pouco sobre as descobertas. Mas as últimas páginas são de tirar o fôlego.

a fogueira

Conversa franca

Entrevistei a Krysten no começo desse ano. Falamos sobre a segunda temporada de Jessica Jones — que na época estava prestes a estrear —, e, claro, o livro. Contei que esse tinha sido o segundo título escolhido para fazer parte do #ClubeDoLivroCOSMO, grupo que mantive com as leitoras da COSMOPOLITAN por quase um ano.

Veja como foi:

Por que você decidiu se dedicar a esse lado de autora?

Amei escrever. Senti que era uma oportunidade de usar todas as ferramentas que aprendi ao longo do caminho. Li muitos scripts, escrevi alguns… Essa foi minha chance de lidar com uma história que eu já estava trabalhando em formato de script. Usei um pouco da minha vida de atriz para criar e desenvolver a Abby. Demorou a ficar pronto, mas fiquei orgulhosa do resultado e espero poder fazer de novo.

Jessica tem superpoderes, mas também tem seu lado frágil e leal. Você acha que são essas características que a tornam única?

O que eu sempre amei sobre Jones é a sua autenticidade. É difícil defini-la e coloca-la dentro de uma caixa. Ela comete erros e é complicada, mas também é forte e engraçada. É difícil encontrar um papel onde você possa fazer cenas dramáticas e ser vulnerável. Por isso, pra mim é tão incrível vivê-la. Nunca fico entediada e sempre me sinto desafiada.

Você se identifica com ela?

Amo o fato de Jessica não se importar em agradar os outros. Ela diz e faz o que quer. Nunca pede desculpas. É tão inusitado. Ela carrega um pouco de crítica a si mesma e muita culpa também, mas banca isso. Sabe quem é.

Você é uma mulher empoderada e poderosa em meio a vários homens que fazem papel de heróis. Acaba sentindo o peso da responsabilidade de vivê-la?

Nunca vimos uma personagem como Jéssica antes. Ela é uma bagunça, mas tem problemas com os quais as mulheres conseguem se relacionar e entendem. Com isso, se sentem representadas. É animador ela não ser um super-herói comum.

Nesse momento, muitas atrizes estão levando à tona histórias de abuso e assédios, principalmente no ambiente de trabalho. Você já passou por uma situação desagradável como essa?

Quase todo mundo que conheço, eu incluída, se for fazer um inventário da carreira e analisar todas as circunstâncias, encontrará algo que hoje irrita. Vivi muitas situações em minha carreira, de quando eu era mais jovem, em que me calaram quando eu tive ideias legais só por ser mulher. Afinal, o que eu sabia? Agora me sinto ouvida. Esse momento é importante para todas nós, mulheres e meninas.

O livro Laowai é uma viagem pela China

Quando eu decidi que queria fazer faculdade de jornalismo, uma das minhas grandes ambições era ser correspondente internacional. Queria mesmo era aparecer no jornal direto de Nova York, dando as notícias quentes do momento. Ainda adoraria viver essa experiência, mas hoje sou apaixonada pelo jornalismo feminino. E por que todo esse discurso, Rafaela? Para apresentar o livro Laowai, de Sônia Bridi. O título significa “estrangeiro” em chinês.

Gosto tanto dele que fica até difícil defini-lo de uma maneira linear, sabe? É um diário de viagem, com um guia de turismo, misturado com um mix de curiosidades sobre a cultura da China. A jornalista foi para lá com o filho de três e seu marido em 2005, e documentou todos os momentos que viveram no oriente.

Capa livro Laowai Sonia Bridi

Tem trechos falando do choque dos orientais com a aparência dos ocidentais, experiências do cotidiano chinês e até um momento em que seu filho já entendia o idioma enquanto eles precisavam da ajuda de uma interprete.

Sério, dá vontade de embarcar em um avião e conhecer o país. Se está pensando em tirar férias para um lugar que poucos amigos conhecem, vale a pena se jogar nesse livro.